DISSIDENTE-X

CAVACO SILVA, UM PRESIDENTE SEM CLASSE E QUE FOGE DE IR A ESCOLAS…

Ø

No ano de 2010 e no ano de 2011 este senhor incitava alunos a manifestarem-se contra a política de educação do governo do senhor José Sócrates.

Ø

Manifestações são sinal de vitalidade da sociedade civil“, afirmou o candidato.

Depois das manifestações de jovens dos colégios privados a marcar o passo de Cavaco Silva em cada paragem de rua, a educação entrou finalmente no discurso oficial do candidato, que os incentivou a demonstrar-se.

“Considero importante que crianças, jovens, pais e professores venham para a rua para defender a sua escola. É um sinal de vitalidade da nossa sociedade civil”, disse Cavaco Silva em Aveiro, no jantar comício de hoje.

À sua chegada ao pavilhão de exposição, tinha à sua espera a que já é considerada a maior manifestação de “jovens SOS” desde que iniciou a campanha.

Na sua intervenção, Cavaco disse “sentir tristeza” por verificar que há “conflitos na área da educação” que – afirmou – deve ser um “desígnio nacional. “Farei tudo o que estiver ao meu alcance para favorecer o espírito de diálogo e de concertação em tudo o que disser respeito à educação”, concluiu.

Ø

Notícia da comunicação social, dia 17 de Janeiro de 2011

Ø

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, afirmou-se este sábado como o “provedor do povo”, garantindo que recebe mensalmente mais de três mil cartas em que os portugueses lhe dão conta das suas incertezas, angústias e ambições.

Ø

Notícia da comunicação social, dia 21 de Janeiro de 2011

Ø

O Provedor do Povo demitiu-se.

Ø

O presidente da República cancelou a visita à Escola Secundária Artística António Arroio, em Lisboa, por alegada falta de segurança no local, marcado por um protesto dos estudantes. Fonte da presidência diz que cancelamento se deveu a “um impedimento”

Ø

Notícia da comunicação social, relatando o acto de bravura retirada estratégica do Presidente da República, dia 16 de Fevereiro de 2012

É SÓ UMA QUESTÂO DE TEMPO ATÉ SURGIR OUTRA CRISE PROFUNDA

Ø

Michael Lewis diz que a crise da dívida é a mesma que rebentou nos EUA em 2008. E considera “chocante†que se continue a dar credibilidade às agências de rating.

(…)

O que o impressionou mais quando escreveu A Queda de Wall Street? O papel ausente dos reguladores e os erros das agências de rating ou a ganância das instituições financeiras?
O que me surpreendeu mais, o que me chocou mesmo, foi ver as grandes firmas de Wall Street a cometer suicídio. Eram pessoas cujo objectivo era fazer dinheiro, e eram supostamente boas nisso. Mas, ao colocarem-se essas pessoas numa empresa, se os seus incentivos não forem os certos, vão acabar por destruir a empresa. Nunca pensei que as grandes firmas de Wall Street viessem a tornar-se estúpidas. Mas tornaram-se. E criaram um sistema que conduziu à catástrofe, utilizando os modelos das agências de rating. Foi chocante ver como todas estas pessoas, muito inteligentes e que agiam no seu próprio interesse criaram, colectivamente, uma máquina de destruição final.

Diz que Wall Street cometeu suicídio. Mas, olhando para o momento presente, alguma coisa mudou?
Boa questão. Todas as grandes firmas, demasiado grandes para falir, teriam caído se o Governo não tivesse ajudado. Não acho que nenhuma delas contasse com o resgate do Governo. Acho que nenhuma se apercebeu que estava na situação em que estava, não perceberam o quão estupidamente tinham gerido o seu negócio. Mas mudou alguma coisa? Sim, algumas coisas mudaram. Em primeiro lugar, as grandes firmas passaram a ser odiadas pela população e, portanto, têm um problema de relações públicas.

(…)

E quanto às agências de rating? Vendo o impacto que continuam a ter na crise da dívida, acha que mudaram a forma como conduzem os seus negócios?
Não. Isso é chocante. De um momento para o outro, as agências passaram a mostrar os dentes, a rever sucessivamente as notações de vários países e a gerar controvérsia pública. Mas isso não quer dizer que mudaram. Elas causaram uma crise como a do subprime, porque eram pagas pelas pessoas que criavam as obrigações. Quando o Goldman Sachs criava as obrigações hipotecárias de alto risco podia ir à Standard & Poor’s e à Moody’s, perguntava qual era o rating que lhe davam e, se fosse muito baixo, escolhia a agência que lhe desse o melhor rating. E pagava por isso. Isto não acontece necessariamente no mercado da dívida soberana. Por isso as agências podem dar-se ao luxo de serem corajosas com a dívida pública. Considero chocante que alguém ouça a opinião das agências de rating para o que quer que seja. Elas já provaram que não sabem nada. É espantoso que tenham o efeito que têm nos mercados.

(…)

O mercado de CDS relacionado com as obrigações de hipotecas subprime era um problema muito maior do que o mercado de CDS de dívida pública.

(…)

Dito isto, a verdade é que os CDS deviam ser banidos, porque não têm uma verdadeira razão para existir. São uma espécie de jogo, e não ajudam nada a que os mercados financeiros funcionem melhor. São um problema, pois criam incentivos no sistema para que este falhe. Se tiver uma casa, e houver várias pessoas a comprar seguros contra incêndio nessa casa, é lógico que haverá quem queira que ela arda.

(…)

Então o que é acha que vai acontecer?

(…)

Acho que a questão política vai aquecer cada vez mais, as populações vão ficar cada vez mais inquietas, e, no fim, vamos assistir à fragmentação do euro, com, pelo menos, alguns países a sair da moeda única.

Está a pensar também em Portugal?
Estou. Acho que o primeiro país a sair do euro será a Grécia, mas, quando isso acontecer, outros países irão pensar se de facto vale a pena fica no euro. Porque é muito difícil crescer sem ter capacidade de baixar os preços, de fazer uma desvalorização da moeda. Acho que quando se mostrar como é que um país sai da moeda única, outros ficarão tentados a fazer o mesmo. Mas se Portugal sair, e houver um incumprimento no pagamento da dívida, os problemas serão muito menores do que no caso de Espanha e Itália.

(…)

Entrevista da comunicação social, dia 6 de Fevereiro de 2012

Adicional: AQUI

O PSD E PEDRO PASSOS COELHO ESTÂO A TRANSFORMAR PORTUGAL NUMA DITADURA SALAZARISTA REVISITADA À MODA DOS ANOS 60

Ø

«1. Temos agora, em Portugal, o governo mais robusto e politicamente sólido desde a instauração do regime democrático. Assenta numa maioria absoluta ideologicamente homogénea. Vê-se na insólita situação de ser coagido, por imposição externa, a cumprir o seu próprio programa político e a concretizar a sua agenda ideológica. O principal partido de oposição está manietado pelo compromisso, assumido em estado de necessidade, que consagrou aquela imposição. Finalmente, tem perante si um povo longamente preparado para a mansa aceitação do “inevitável”, para o acabrunhado conformismo e para o regresso à mediocridade. Um tão completo conjunto de condições favoráveis, nenhum outro governo o teve até hoje.

2. Essa posição do governo não resulta enfraquecida pela evolução negativa da economia e do emprego. Pelo contrário: ela assenta essencialmente na desgraça e no agoiro, que é mesmo necessário alimentar. Estão “proibidas” as boas notícias, que poderiam gerar expectativas de travagem ou recuo na execução do programa. O ideal seria que cada português olhasse com remorso para cada electrodoméstico, cada peça de roupa, cada metro quadro de habitação, que adquiriu nos loucos anos em que, segundo prósperos cronistas, “viveu acima das suas possibilidades”. E, por outro lado, fazer circular com intensidade a ideia de que a baixa produtividade é devida à falta de esforço e ao excesso de tempo livre dos trabalhadores. Manter a pressão comunicacional neste sentido é condição de êxito da operação em curso.

3. Desenhada a traço grosso nos documentos fundamentais que são o memorando da “troika” e o Programa do Governo, ela desenvolve-se em dois planos sobrepostos.

Num plano superior e mais visível, está a política de “cortes” no chamado “sector público”. Toda a gente “percebe” facilmente que os défices das contas do Estado têm que ser reduzidos ou eliminados e que isso implica, entre outras coisas, reduções de despesa. As violências que assim se legitimam – reduções de salários já congelados há anos, reduções de pensões de aposentação e reforma, “corte” total ou parcial dos chamados “subsídios” de férias e de Natal – são, certamente, discutíveis na sua licitude, mas sabe-se para que servem.

Num outro plano, desenvolvem-se as medidas de “austeridade laboral”, umas definidas no memorando da “troika”, outras concebidas pelo governo – todas no mesmo sentido: fazer as pessoas trabalhar mais tempo por menos dinheiro, com menos segurança e maior sujeição à vontade de quem as emprega. Elas não são compreensíveis no quadro de uma resposta eficaz à crise económica e financeira. São tributárias da ideia (reconhecidamente errada) de que o crescimento da economia se fará em Portugal pelo lado do trabalho barato e dócil. As indústrias que sobreviveram e que prosperam em Portugal mostram como é. Mas quem promove essas medidas actua em nome de uma fé inabalável que produz a cegueira e a surdez. São os sacerdotes da economia mística. E o seu credo impõe-lhes a convicção de que as concepções e as regras condicionantes do livre uso do factor trabalho, construídas em Portugal ao longo das três últimas décadas, têm que ser metodicamente desmanteladas – e quanto mais cedo melhor.

4. Por outras palavras: a chamada “austeridade laboral” não é explicável pelas necessidades do combate à crise e do relançamento económico.

Ela tem, decerto, um lado pragmático: a “troika” (em nome do mesmo credo) simpatiza com actos de maceração, de flagelação do povo assalariado, toma-os como sinais de bom comportamento dos governos – e é preciso agradar à “troika”. Por outras palavras: é preciso mostrar aos credores que somos capazes de fazer sofrer para lhes ganhar os favores.

De resto, mesmo sem “troika”, e a título “preventivo”, o mesmo se passa na Espanha (com 50 reformas laborais em trinta anos), na Itália e na Grécia, sempre com resultados económicos nulos e consequências sociais nefastas. Os direitos laborais são um pouco como o “bei” de Tunis de que falava Eça de Queiroz: quando não se sabe o que fazer, dá-se-lhes uma coça.

5. Mas não é tudo. A pretexto da crise – uma magnífica “janela de oportunidade” –, o que está em marcha é mais complexo e articulado, uma verdadeira “reforma estrutural”: um processo de retorno ao “statu quo” dos anos sessenta do século passado. As matérias sobre que têm incidido as medidas em causa são disso sintomas: tempos de trabalho, tempos de descanso, retribuições, despedimentos, contratação colectiva – os temas-chave em torno dos quais, em cada momento histórico, avança ou recua a fronteira entre a civilização do trabalho e a lei da selva.»

Ø

António Monteiro Fernandes, artigo da comunicação social, “ainda o Bei de Tunis”, dia 14 de Fevereiro de 2012.

GOVERNO DO PSD MANDA FAZER 100 LIVROS E PAGA 12 MIL EUROS POR AJUSTE DIRECTO A UMA GRÃFICA (mas estamos em austeridade…)

Ø

Ø

Notícia da comunicação social, dia 14 de Fevereiro de 2012

Ø

Ø

Imagem acima: site “despesa publica”, acedido no dia 15de Fevereiro de 2012

Ø

O incompetente que julga que o Estado é sua propriedade pessoal e manda gastar este dinheiro já mandou gastar mais… previamente…

Ø

Imagem acima: site “despesa pública”, acedido a 15 de Fevereiro de 2012

ASSUNÇÂO CRISTAS – APENAS UMA MINISTRA EXTREMAMENTE INCOMPETENTE QUE ESPERA QUE CHOVA

Já há dois meses que há problemas de falta de chuva e agora a solução é esperar pela fatalidade do destino?

Precisamos de ministra para quê,então?

Para nos dizer que tem esperança?

Ø

Ø

Notícia sem chuva, da comunicação social,dia 14 de Fevereiro de 2012

Ø

Como fazer uma dança da chuva:Tutorial exemplificativo

1.Nunca fazer a dança da chuva numa montanha.
2. Certifique-se que tem bastante espaço para evitar embater em alguma coisa.
3. Rode sobre si, no sentido dos ponteiros do relógio.
4. Crie o seu próprio cântico para fazer chover.  Deve ser ritmado e fácil de ser dito.
5. Grite o seu cântico e ao mesmo tempo rode sobre si mesmo em círculos.
6. Se não quer que chova, rode sobre si mesmo no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio e recite o seu cântico ao contrário.

Informações adicionais: É aconselhável vestir-se de índio norte americano para entrar no espírito da coisa.

VÃTOR GASPAR, WOLFGANG SCHAUBLE, ALEMANHA DISPONÃVEL PARA FLEXIBILIZAR A AJUDA A PORTUGAL E A GENUFLEXÂO

Ø

Filme indiscreto de 53 segundos relatando uma conversa genuflexatória, aparentemente parecida com uma negociação… séria  ou coisa que o  valha…

Ø

[ http://www.youtube.com/embed/dU391h882uE?fs=1

Ø

Youtube e comunicação social, dia 9 de Fevereiro de 2012

Dialogo:

Se no final precisarmos de fazer um ajustamento ao programa (português) depois de tomadas as grandes decisões sobre a Grécia…isso é essencial, mas depois se for necessário um ajustamento do programa português nós estaremos preparados

Agradecemos muito.

De nada.

O problema é que os membros do parlamento alemão e a opinião pública na Alemanha, não acreditam que as nossas decisões são sérias, porque não acreditam nas nossas decisões sobre a Grécia.

Mas fizemos progressos substanciais no quadro europeu

Sim vocês fizeram progressos.

Sim fizemos.E agora precisamos de trabalhar…hoje.

Ø

(…) Numa conversa indiscreta entre os ministros alemão e português das Finanças, captada pela TVI, Wolfgang Schauble diz: “Se no final precisarmos de fazer um ajustamento do programa português, nós estaremos preparadosâ€. Vítor Gaspar responde: “Agradecemos muitoâ€. Gaspar diz que entendeu aquelas palavras como a confirmação de que se um país cumprir as metas mas não puder regressar aos mercados no prazo previsto, então a troika continuará a financiar esse país. Mas a ser assim, Gaspar deveria ter respondido: “eu sei, muito obrigadoâ€. E se fosse a oferta de mais tempo e dinheiro, deveria ter respondido: “Obrigado, mas não precisamosâ€. Como disse “agradecemos muitoâ€, o que se depreende é que Gaspar e o primeiro-ministro sabem que vão ter de suavizar metas e condições, mas atuam como se não fosse assim. A questão é que agora eles sabem que nós sabemos que eles sabem.

Ø

Nicolau Santos, Jornal expresso dia 11 de Fevereiro de 2012

Ø

O PSD, PEDRO PASSOS COELHO E UM PRIMEIRO MINISTRO QUE ACHA OS POLÃTICOS MAL PAGOS

Ø

Considera-se bem pago?

Não. Não creio que em Portugal os políticos que desempenham funções sejam bem pagos. Mas consideraria absolutamente inoportuno abrir-se essa discussão numa altura em que todo o país está a fazer sacrifícios e vive, de facto, com restrições muito grandes. Quando comparado com outros países europeus, não creio que os políticos portugueses sejam bem pagos, mas serão pagos ao nível daquilo que o país se pode permitir pagar nesta altura.

Ø

Entrevista mal paga da comunicação social, dia 10 de Fevereiro de 2012

Ø

Ø

Primeiro-ministro fala em atitude de exigência

Passos pede aos portugueses para serem “mais exigentes†e “menos piegasâ€

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, apelou hoje aos portugueses para serem “mais exigentesâ€, “menos complacentes†e “menos piegasâ€, porque só assim será possível ganhar credibilidade e criar condições para superar a crise.

Ø

Declarações  piegas do primeiro ministro à comunicação social, dia 6 de Fevereiro de 2012

Ø

JUSTIÇA INVESTIGA CONTRATAÇÂO DE AMIGOS E FAMILIARES NA INSPECÇÂO DE TRABALHO (MAS NÂO SÓ…)

Ø

1.

É mais um caso que o inspetor geral do Trabalho, José Luís Forte, enfrenta, numa altura em que as denúncias de irregularidades sob a sua gestão não param e já levaram o próprio a abrir um inquérito interno. O DN teve acesso às denúncias e aos documentos internos da autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e revela que uma das candidatas num concurso de técnicos superiores intentou uma ação judicial contra um alegado «vício» do concurso. Em causa está o facto de entre os 25 escolhidos estarem nove «amigos» de atuais ou antigos funcionários daquela entidade. Suspeitas de corrupção e tráfico de influências estão na base de outras queixa crime.

Capa DN dia 9 de Fevereiro de 2012, sobre notícia da página 10

Ø

2.
Assunção Cristas, nomeia a irmã de Paula Teixeira da Cruz para o cargo de sub-directora geral do do ordenamento do território e do desenvolvimento urbano.
Ø
Diário da República- 27 de Janeiro de 2012
Ø

Concurso Publico?

Não houve.

Quem ficou incomodado com isto ?

Um mero general.

Ø

Director do IGP demite-se com críticas a Assunção Cristas

Carlos Mourato Nunes queixa-se de nunca ter sido ouvido pela ministra da Agricultura. Paulo Correia irá suceder-lhe

O director do Instituto Geográfico Português (IGP) demitiu-se, manifestando «estranheza» e «desencanto» com a ministra Assunção Cristas e alegando nunca ter sido ouvido sobre a nova orgânica do ministério da Agricultura, que considera «redutora» e «minimalista».

Na carta enviada na semana passada a Assunção Cristas, a que a agência Lusa teve acesso, Mourato Nunes, tenente-general e também ex-comandante geral da GNR, considera mesmo que a nova orgânica do ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (MAMAOT) – onde o IGP é extinto e integrado na Direcção-Geral do Território – representa «uma oportunidade perdida» e «não serve os interesses do país».

Ø

Notícia da comunicação social, dia 24 de Janeiro de 2012

Ø

Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes (ou amigos próximos) em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos.

Ø

Wikipedia

Para um General sair tem que entrar alguém.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.


You are viewing a mobilized version of this site...
View original page here

Mobilized by Mowser Mowser