Harry Potter - Das Páginas Para A Tela: A Jornada Completa Das Filmagens

Por Michel de Medeiros Marcon


Lançado no final do ano de 2011 nas principais livrarias do Brasil, o livro possui informações desde a primeira história de A Pedra Filosofal até As Relíquias da Morte - Parte 2. Ele é item obrigatório de qualquer colecionador fissurado. Me senti obrigado a comprar para fazer um review dessa espetacular obra. Confesso que alguns amigos ficaram loucos quando viram o livro e o seu conteúdo. Uma força consumista invadiu seus corpos e eles também começaram a desejar o livro, like Smeagol e O anel.

Ilustrações com belíssimos detalhes



Algumas fotos, desenhos e rascunhos por todo o livro


O livro conta com mais de 600 imagens dos bastidores dos filmes do bruxo. Possui muitas informações e materiais inéditos distribuídos em mais de 500 páginas. É inacreditável a qualidade do livro, fotos em alta resolução, vários posters, gravuras e rascunhos de ficar boquiaberto sobre esse universo e a obra em si.

Ãndice do livro





Detalhes ocultos que aparecem conforme a incidência da luz na folha


Isso mesmo, um poster de 3 páginas dentro do livro e ele não é o único!
 

Fotos dos set's de filmagem de Harry Potter


Afirmo que esse livro é a bíblia do Harry Potter, o mais abrangente de todos os livros já lançados sobre essa fabulosa série. O livro possui capa dura e as folhas são de uma qualidade incrível como pode notar nas fotos acima.

Minha mão já não é muito grande, em cima do livro fica menor ainda


O livro é realmente grande e pesado


Parabenizo a editora Panini Comics pelo lançamento dessa obra. Não há muito o que falar sobre ele, resta apenas admirá-lo e usufruir de cada momento que estive com ele sob a minha posse. Obs: Sim, comprei-o para fazer esse review e então dei de presente para uma pessoa. Desejo que ela faça bom uso. :)
Espero que vocês tenham gostado desse pequeno review. As imagens acima falam por si só sobre o sucesso do bruxo. Recomendo aos fãs!
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Tropico - Simulador de Fidel Castro (2001)

Por Cássio Nandi Citadin

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Tropico: Você que manda!

Tropico é um game para PC e Mac lançado no inicio da década passada (me sinto velho falando isso). Desenvolvido pela PopTop Software (Série Tropico, Railroad Tycoon III), que se juntou a Take-Two Interactive e a Firaxis Games do mega game designer Sid Meier.

Para situar o estimado leitor, 2001 foi o ano de jogos como Civilization 3, Empire Earth, Diablo 2: LoD, Black & White, Halo, Metal Gear Solid 2. O jogo também é lembrado por ser apresentado no Shoptime pelo Takeshi (se não me engano, traduzido para pt-br). Okay, ainda não lembra de Tropico? Deve ser porque na época jogos do estilo God game eram febre, e ótimos títulos concorriam, ofuscando essa pérola caribenha.

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Uma ditadura bem no inicio de sua vida tranquila (ou não)

Na ilha de Tropico, você foi escolhido para ser El Presidente, numa alusão ao socialista Fidel Castro, presidente/rei/boss de Cuba, e seu amigo Che. Com seus poderes recém adquiridos, você deve administrar pensando na felicidade do povo, na saúde financeira da nação e na sua conta secreta na Suiça.
O contexto é a segunda metade do século 20, abrangendo o período da guerra fria, o que torna EUA e Russia o centro do mundo exterior de Tropico. São os únicos países prontos para lhe ajudar ... ou não. Para conhecedores da história moderna, existem momentos no jogo que são pura zoação com fatos importantes, como a Crise dos misseis em Cuba.

Jogabilidade

Assim como vários outros games de estratégia e gerenciamento de recursos (Farmvilles da vida), você deve conseguir recursos como comida, madeira, menerais e tentar converter o máximo disso em dinheiro. A grana deve ser investida em melhorias na infraestrutura da ilha, permitindo o avanço economico, social e claro, lhe deixando no poder.

Em suas mãos estão dezenas de construções, entre cortiços, apartamentos, fabricas de jóias e enlatados, hotéis, bares, hospitais, igrejas e atrações turísticas. Você seleciona a construção e deve encontrar o local mais limpo e plano para seus trabalhadores levantarem a obra. A expansão Paradise Island trouxe várias novidades para a área do turismo, além de algumas construções militares.
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A expansão Paradise Island

Um diferencial importante de Tropico, é que você não comanda os cidadões. Cada pessoa da ilha tem nome, idade, local de nascimento e desejos, o que os torna únicos. E como eles tem vida própria, você não pode mandar Pedro Munhoz ser lenhador ou Maria Batista se tornar professora. Eles agem por conta, buscando o emprego em que melhor se encaixam (suas habilidades) e claro, preferindo o melhor salário (que você deve regular).

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Enrique, Rosa e Tomás tem necessidades e empregos diferentes

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A aparência da pessoa indica sua ocupação: construtor, professor, padre, turista etc

Antes de começar seu regime, é necessário escolher seu avatar. As opções variam entre várias personalidades cult e políticos das décadas passadas. Cada um deles possui diversas caracteristicas como a forma como chegou ao poder, qualidades e defeitos, e cada detalhe trás modificadores dentro do jogo. Por exemplo, se você foi colocado no poder pela CIA, seu relacionamento com os EUA é muito bom. Você também pode editar um dos ditadores e monta-lo como desejar.

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Alguns dos ditadores disponíveis.


Não há modo campanha, mas outras duas formas de jogo:

Os Cenários - Scenarios te colocam em uma posição determinada de um jogo em andamento ou um novo com algum objetivo específico para vencer. Sandbox - ou caixa de areia, te permite criar uma ilhada o zero, escolhendo quantidade de vegetação, minerais, agua, tipo de solo (o que te permite plantar colheitas mais lucrativas como tabaco, ou baratas como milho). Também deve ser feita e escolha ou personalização do presidente.
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Tela de criação de ilha no modo Sandbox

Ameaças

Existem algumas formas de perder seu emprego como El Presidente, e a população é responsável por 90% delas.
Essa população vai lhe elogiar, adorar ter um estádio de futebol e comida de sobra, mas quando você deixar um só aspecto da felicidade deles de lado, eles vão esquecer tudo. Existe chance de insurreições e do povo formar um grupo de rebeldes e atacar sistematicamente a infraestrutura da ilha. Manifestações populares também tem o poder de lhe tirar da escrivaninha do El Presidente, seja pela falta de dinheiro em caixa ou por ter esquecido de fazer algumas igrejas. A população é um inimigo implacável.

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O cortiço é a residência com maior custo beneficio para El Presente. Óbvio que a população acha uma porcaria.


E não importa o quanto as pessoas estejam felizes, a cada 5-8 anos elas pedem por uma eleição, onde é anunciado o concorrente direto. Se sua popularidade estiver em baixa (vai estar na maior parte do tempo), você pode cuidar da situação oferencendo um dinheiro ou mesmo mandando elimina-lo. Mas cuidado, alguém descobrirá o fato e poderá usa-lo tirar pontos de respeito seu, e a família não esquecerá o fato.

O próprio sistema de economia do jogo é um vilão. Se o jogador não ficar ligado no preço que cobra dos alugueis, pode estar levando um rombo nos cofres. Ou ainda, uma industria que não tem matéria prima consome energia elétrica e não consegue pagar o investimento. Plantações em terra imprópria também não produzem. Conta negativa faz o Banco  Internacional limitar o pagamento dos peões, o que denovo, pode gerar uma revolta em torno você, El Presidente.

O jogo ainda possui a chance (configurável) de acontecimentos aleatórios. Os acontecimentos variam entre desastres naturais como terremotos e tornados que levam suas casas e plantações, até a visitas papais e ocilações no preço da exportação da bauxita. No geral essas situações, quando catastróficas, lhe trazem um grau de dificuldade além, pois mesmo com a ajuda internacional em dinheiro, a população vai xiar e ficar infeliz DENOVO.

Como se não bastasse a política interna, existe a externa, que é direta. Você deve escolher entre EUA ou Russia, e fazer de tudo para conseguir apoio total de um das duas potências o mais rápido que puder. Caso você favoreça um das duas potências mas não feche um acordo para instalação da base militar, você corre série risco de ser invadido e destituido de seus poderes.
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Destroyer americano rondando sua ilha. Mal sinal.


Opinião

Para se tornar ainda mais caricato, o jogo possui trilha sonora caribenha. O acordeon, violões e corais de voz seca cantando letras hispânicas alegres dão um ar de leveza e comédia ao desafio, diluindo a seriedade dos assuntos em uma ironia geopolítica. A versão russa parece ter uma música do Lou Bega na trilha sonora, o que justifica a presença dele entre os ditadores selecionáveis.
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Zoom distante para visão geral da ilha

Os gráficos isométricos remetem ao clássico Age of Empires, adicionado um toque 3D nos personagens. Prato cheio para fãs do estilo isométrico Vintage. Infelizmente não é possível usar uma resolução maior que 1024x768, limitação do software da época.

A dificuldade do jogo é impressionante, e curva de aprendizagem médio-longa não ajuda muito. Existe o relato de um jogador que conseguiu vencer um jogo com tudo na maior dificuldade, e falou que teve que prender 1/3 da população da ilha. Não é fácil começar a vencer partidas aleatórias, e é impossível terminar os Scenarios. Apesar do tutorial ser bem mastigadinho, ele não é completo, deixando toda a cadeia de produção de fora da explicação. Algo que pode ajudar é a tradução em pt-br da GameVicio.

Ótimas leituras são os guias do JPaterson e do SimuLord onde são esmiuçadas estratégias de players experientes. Existe também um manual achável no Google. Um portal dedicado ao game é o Cafe Tropico.

Hoje tropico é encontrado na Steam, Nuuvem em alguns outros distribuidores digitais nas versões Reloaded (Tropico + Tropico 2) e Trilogy (Reloaded + Tropico 3 e expansão).
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Tropico Trilogy, eu TENHO! =)

O meu Tropico Trilogy veio de presente do Cassiano no amigo secreto do trabalho, o qual eu fiquei muito agradecido porque era meu sonho jogar esse game desde criança! E por incrível que pareça, não recomendo o primeiro jogo, afinal, existem as novas versões com melhores gráficos, interface e mecânicas.
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Deixados para trás - 10 - O Remanescente: No limiar do Armagedom (2002)

Por Cássio Nandi Citadin

Para saber mais sobre a Franquia Deixados para trás, leia aqui.

*** ATENÇÃO: Spoilers do Livro Profanação ***

Derramou o quinta (anjo) a sua taça sobre o trono da besta, cujo reino se tornou em trevas, e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam e blasfemaram o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam; e não se arrependeram de suas obras. -
Apocalipse 16.10-11
O décimo volume da série Deixados para trás, O Remanescente, chega bem diferente do esperado. Continue lendo e entenda o motivo.

Ficha Técnica
Autor: JERRY B. JENKINS e TIM LAHAYE
Idioma (original): Inglês
País: Estados Unidos da América
Genêro: Ficção, Religioso
Série: Left Behind
Volume 10: The Remnant: On the Brink of Armageddon
Lançamento: 2002

No Brasil
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Editora: United Press
Lançamento: 2003

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Na capa, Petra, talvez sob o efeito do ataque da CG

Sinopse

A Terra, agora, completamente devastada após 3 anos e meio sob o domínio do anticristo, é apenas uma lembrança de sua beleza original e se arrasta sob o peso dos terríveis julgamentos vindos do céu. A fúria de Nicolae Carpathia inflama-se cada vez mais contra todos aqueles que não juraram total lealdade a ele. É chegada a hora de sua vingança. Seus inimigos aglomeram-se no lugar ideal para uma destruição em massa. Ninguém poderá sair vivo dali, a não ser por milagre. Todas as máscaras caem por terra, inclusive a do anticristo, enquanto o planeta caminha a passos largos rumo ao Armagedom - a última batalha entre o bem e o mal.

Opinião

Esse volume tem duas partes distintas.

A primeira, que toma dois terços das páginas, predomina ação. Acompanha a queda das bombas em Petra, o drama de Grande George Sebastian no cativeiro (o remanescente, creio eu), e a missão de resgate com Mac, Hanna e Chloe.
Nessa parte o tema são métodos de fuga, táticas de guerilha, guia de sobrevivência sem água e comida, meditação para sequestrados, como armar uma .50, como matar pessoas com os braços para trás e algemados, e várias coisas que você deve ter visto nos filmes do Rambo.
Bem inesperada Temos um thriller policial/espionagem muito legal, até bem inexperado pela forma de narrativa escolhida, sem muitas orações ou intervenções divinas. Inclusive, Carpathia não da muito as caras.
É válido dizer que toda essa ação foram dois ou três dias.
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Petra envolta pela proteção divina

A segunda parte nos mostra uma visão mais superficial e geral sobre o estado em que o mundo se encontra. Depois dos mares e nascentes se tornarem sangue, muita gente morrer, a infraestrutura fica as migalhas, o mundo mergulha em um caos. A descrição dos fatos é rápida, sem entrar em detalhes de sócio-económicos, mas apenas dando uma pincelada sobre os fatos mais marcantes para a população, tanto crentes quando CG e indecisos. Temos avanços de meses na história, chegando aos 5 anos dentro da Tribulação.

Carpathia retorna com destaque, revelando seu comportamento cada o vez mais Evil, obsecado pelo poder e a caçada aos que não receberam a marca, é divertido ver suas ordens e planos maléficos, e ver que muitos não tem sucesso.

A primeira parte do livro como relatei, pelo bom ritmo, faz O Remanescente figurar entre os melhores livros da série até então.

PS: Após ler Armagedom, notei que o termo remanescente é utilizado várias vezes para designar os crentes que vivem em Petra. Dessa forma, concluímos que O Remanescente é O Povo que restou na cidade, e não George Sebastian como eu havia imaginado. O interessante é de forma alguma isso fica entendido nesse livro, o que já ocorreu em outros volumes como A Colheita.
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Campanha: Cai aqui Beto #CAIAQUIBETO

Por Cássio Nandi Citadin

Essa semana está rolando uma campanha bastante criativa aqui na nossa cidade, que já está nas redes sociais divertindo os moradores de Tubarão. O banner é auto-explicativo.

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Saiu até na TV rapaziada, com participação do personagem principal, o Beto.

This page contained an embedded video. Click here to view it.


Para quem tiver interesse em aprender as técnicas de queda+solução de problemas urbanos de infraestrutura, O Beto Lima costuma pedalar com o pessoal do Giba Cicle.

Link da Fanpage
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Dead Space: Downfall e Aftermath

Por Israel

Como prometido agora irei falar dos dois filmes baseados na franquia Dead Space. Antes que alguém pergunte: sim, fiquei obcecado pela série, joguei tudo que dava pra jogar e assistir e li até o livro (que terá um review também).

Dead Space: Downfall

Vamos começar com o primeiro filme, que precede os eventos do jogo original. E já aviso, fique tranquilo que os reviews são leves e TOTALMENTE SPOILER FREE, pode ler sem medo.

O filme (que é uma animação e não um live action) acompanha a historia de Alessia, a "Xerife" encarregada da segurança da já comentada USG Ishimura. Sua vida ficou bastante agitada com a crescente onda de suicídios, assassinatos e outros delitos na nave e colônia no planeta Aegis-V. Como é explicado durante o jogo, antes de iniciar o processo de mineração do planeta há um processo de colonização para "preparar o terreno", e é justamente na dita colônia que começam todos os problemas.
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Espectador correndo do filme.

Olhá vou dizer logo de cara, é um filme bem meia boca, se você não pretende jogar os jogos e ver apenas o filme, bem: não perca o seu tempo. Agora se você pretende jogar os jogos, é uma experiência mais interessante já que ajuda a desenvolver melhor o universo do jogo, inclusive com "explicações" de situações do jogo. Como filme apenas, é bem chatinho.

Os personagens em geral são bem rasos, a protagonista até tenta convencer com sua aparência durona e vocabulário recheado de palavrões, mas tudo soa bem artificial. No que diz respeito à animação em si posso dizer que é justa, é fluida e mescla bem partes em computação gráfica. Agora o que realmente acaba soando estranho é a mistura do gore (violência) e a direção artística da animação, tudo bem que o jogo também é violento, mas a violência aliada da animação que parece colorida demais, acaba gerando um feeling estranho para algo que deveria ser sombrio.
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Colorido não?

Veredicto

Se você virou fã da série como eu, a quase uma hora e meia de duração não irá te matar e em alguns momentos pode até ser divertido. Agora se você prefere gastar esse tempo jogando o dito jogo, pode fazer já que também não é imprescindível para o universo do jogo. E por último se você não possui planos de jogar o jogo, ai vai a dica: passe longe.

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Deixa a Desejar (E Não é Pouco)




Dead Space: Aftermath


Depois de ler o primeiro review você deve estar pensado. Se o primeiro filme era ruim, o segundo vai conseguir ser melhor? Vou lhe contar, nos minutos iniciais do Aftermath eu pensei: É piada isso? Imagine uma animação computadorizada HORRÃVEL. Imaginou? Bom veja uma imagem e visualize o quão ruim é:

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Fazendo jus ao genêro do TERROR


Sabe o que é pior? Isso é logo na abertura, uma gigante nave no espaço com corpos flutuando no espaço, o que deveria gerar um clima de tensão preparando o espectador pelo que esta por vir. Quando o corpo se mostra assim, você logo pensa:

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É simplesmente uma animação 3D péssima, horrível, escrota. Do nível das primeiras animações 3D dos sábados animados das emissoras de TV, a lá Reboot e Max Steel. Mas e se eu disser que apesar disso tudo, ele é melhor que o primeiro?

Primeiramente posso dizer que o enredo é justo, e principalmente: tem um impacto significativo na história do Dead Space 2 (o jogo). E significativo, MESMO. Ao ponto de muitas pontas ficarem soltas se você não assistir o filme.

Mas então o filme se salva com a computação gráfica horrível? Vou lhe dar uma boa notícia: Aftermath é quase o Animatrix do Dead Space. Ele é dividido em várias partes e cada uma feita por estúdios diferentes, e nessas outras partes não temos 3D e sim uma animação tradicional de qualidade bem acima da média. A animação é do naipe dos melhores animes do Japão/Korea. Bem bacana.

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Os personagens aqui são bem mais interessantes.

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A parte em anime é um show visual.


Só para explicar a dinâmica do filme, ele conta a história de alguns sobreviventes de uma nave que foi investigar o ocorrido no planeta Aegis-VII. O filme nada mais é que um interrogatório com os sobreviventes, sendo que a parte do interrogatório é o 3D Escroto e as descrições dos eventos, as lembranças dos interrogados é no formato Anime Top Quality. Então fora o contraste entre o horrível e o excelente, a coisa anda muito bem.

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Sua reação com as partes em 3D.

E para finalizar, vou enfatizar: se for jogar o Dead Space 2, veja o filme antes. O jogo continua exatamente quando o filme acaba (de certa forma). E digo mais: até o Isaac, protagonista do primeiro jogo, aparece no filme. Fica a dica.

Veredicto


Apesar de longe de ser excelente, e quase meia-boca por conta dos trechos em computação gráfica, ainda é uma animação justa. Não recomendaria para quem não está acompanhando a série pois provavelmente ficará perdido, mas quem jogou Dead Space 1 e vai jogar o 2, saiba que é parada obrigatória.

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Justo.




E é isso pessoal. No próximo review temos o do Dead Space 2 (que está fazendo 1 ano de lançamento) e do livro Dead Space: Martyr.
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Deixados para trás - 9 - Profanação: O Anticristo apodera-se do Trono

Por Cássio Nandi Citadin

Para saber mais sobre a Franquia Deixados para trás, leia aqui.

*** ATENÇÃO: Spoilers do Livro A Marca ***

Pelo que alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo -
Apocalipse 12.12
Esse é o nono livro da série, lançado no ano de 2001 nos EUA com o nome de Desecration: Antichrist Takes the Throne, se tornando o lançamento mais vendido naquele ano.

Ficha Técnica
Autor: JERRY B. JENKINS e TIM LAHAYE
Idioma (original): Inglês
País: Estados Unidos da América
Genêro: Ficção, Religioso
Série: Left Behind
Volume 9: Desecration: Antichrist Takes the Throne
Lançamento:2001

No Brasil
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Editora: United Press
Lançamento: 2002

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Na capa vemos Carpatia de costas aparecendo no Monte de Templo

Sinopse
Nicolae Carpathia caminha pela Via Dolorosa e entra de forma triunfal em Jerusalém à imitação do que Cristo havia feito e recebendo a adoração de seus seguidores que agora devem portar a sua marca. A profanação do templo e seus lugares mais sagrados é apenas mais um passo para o Anticristo em seu desejo de ser adorado com um deus.

Opinião
Esse foi um dos volumes que mais demorei para ler, por motivos extra-literáreos e também por achar que a história estava andando muito devagar. Se paramos para analisar, essa pode ser considerada uma característica da série toda. Talvez na tentativa de prolongar a quantidade de livros, alguns volumes tiveram um certo nível de "encheção de linguiça" como dizem por ai. Pode ser também que isso sirva para criar uma certa grandiosidade, deixar mais épico. No entanto, esse foi mais um volume de boa leitura, provocante e com bom final.

A estrutura seguiu o padrão dos volumes anteriores, onde a narrativa não favorece apenas os personagens do primeiro escalão. Isso cria ambientações mais verossímeis, mas da para notar que os autores vão no máximo da sua capacidade, escrevendo no limite entre o real e o absurdo, como deixar o leitor achando que o Dr Ben Juda está pilotando um avião e Carpatia está lutando contra ele próprio.

Falando no Carpatia, acho que ele é o personagem que mais cresce. No Comando Tribulação temos vários heróis, mas o carisma de Carpatia como vilão é com certeza maior. Os autores até tentam dar um toque aqui e ali no Rayford (principalmente), ou a interação divertida de Abdulla Smith e Mac, mas quem te fazer rir em momentos tensos é Carpatia.
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Carpatia, o profanador

Ele e Fortunato protagonizam um das leituras mais divertidas da série, quando a praga das chagas começa a gerar um efeito incomodo em certa região do corpo de Fortunato. A parte do avião quando fortunato fica trancado com coceira na bunda é tão engraçada que destoa de tudo visto até então. Meio que um "vamos dar um tempo e rir rapidinho". Os trechos onde Carpatia monta no porco gigantesco também são marcantes, e ridículas.

Fora isso, ele vem se tornando cada vez mais estereotipado como vilão de Animê. Suas falas são sempre agressivas, trata todos como lixo e mata sem piedade (em certas situação causa arrepio).

Outro ponto marcante no livro é a entrevista no detector de mentiras por Akbar
Segue o trecho:
- Diga seu nome - começou Akbar.
- Deus
- Hoje é domingo?
- Sim
- O céu é azul?
- Não
- O senhor é homem?
- Não
- O senhor serve a comunidade global?
- Não
- O senhor e legal aos cidadãos sob sua autoridade?
- Não
- O senhor já foi desleal a Comunidade Global?
- Sim
- O senhor passa informacões confidênciais a alguém do escritório central da CG, par qu possa prejudicar a eficiencia dos eu gabinete?
- Não. E eu mataria com as próprias mãos quem fizesse isso.
- O senhor ressucitou dos mortos e é o deus vivo?
- A comunidade Global pode contar com sua contínua lealdade, enquanto o senhor for supremo potentado?
- Não
- O senhor me deixou perplexo, Excelência.
- E dai?
- Todas as respostas foram sinceras, emborao senhor tenha brincado comido quando disse o oposto a verdade.
- A verdade é o que digo Suhail. Eu sou o pai da verdade.

Veja que a megalomania dele vai aumentando, e o ego subindo junto com o nível de perniciosidade, estilo Curinga/Joker. Em uma conversa com a sua tia/vó/vizinha/etc ele da a entender que irá estrangular alguém em um piscar de olhos. Ela deve ter saído da sala de reunião direto para o WC.

Os momentos de ação em Petra (a cidade de pedra que fica na Jordânia) foram bons, mas seriam melhores com fotos e mapas para pessoas sem cultura do oriente médio. Alias, nesse volume os autores estrapolaram o limite de localidades diferentes (dos EUA, Europa e China, diversas cidades). Teve um momento que precisei dar um forward e reler várias páginas pra entender onde estavam os personagens e porque.

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Algumas ruínas de Petra, a cidade de Pedra


E esse final bombastico (literalmente) promete para o próximo livro.

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