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(envolve-me sorrindo e embala-me levemente)
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(4 dentadinhas | envolve-me sorrindo e embala-me levemente)
Na minha óptica entendo a corrupção como a incapacidade de resistir à influência de um poder força ou imposição externas quando incumbido de um objectivo interno, e nessa óptica os nossos polÃticos são corruptos, pois a sua função enquanto assalariados da nação é proteger os interesses do paÃs e não de um partido ou lobby.
Se lhes pagamos um salário, é para que cumpram não apenas o que prometeram mas principalmente para que façam o seu dever. E o dever de um politico é lutar por quem o elege, mas obedece ou devia obedecer a um código ético mais amplo, tendo em conta a nação como um todo.
Proponho que Portugal comece a orçamentar os salários dos polÃticos de uma forma variável em função dos resultados face aos objectivos nacionais, e por estes objectivos nacionais, não entendo os objectivos partidários em particular, mas o resultado nacional como um todo social, de modo a reflectir o real sentimento do povo português face a quem o governa.
Indexem-se os salários dos polÃticos à capacidade real de sobrevivência dos cidadãos.
Proponho que se referende o orçamento de estado no que toca a salários dos cargos polÃticos.
A pergunta seria: “Concorda com o actual nÃvel de salários dos cargos polÃticos?â€
A segunda pergunta seria: “Concorda que os salários dos cargos polÃticos passem a ser decididos cada mês através de voto popular directo?â€
A terceira pergunta seria: “Concorda que esse voto possa ser feito através da sua conta intenet no serviço de finanças?â€
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O extraterrestre de Paris, como lhe chamavam, não era propriamente um estrangeiro porque tinha nascido, e vivido, na Montmartre e foi Jean Luc, ao revistar o apartamento, com a porteira do prédio, quem primeiro reparou no enigma riscado a diamante num pequeno canto do tampo de cristal da velha secretária napoleónica. O esboço assemelhava-se a um rabisco de criança, e se por acaso alguém o notava, reagia levantando as sobrancelhas, como quem diz “ora bolas... um vidro tão fixe arruinado...†Mas o que saltou aos olhos treinados no grego de Jean Luc foi o encadeamento nos sÃmbolos, especialmente a repetição de um, em concreto, e por impulso, tirou do casaco o bloco e o lápis. Passou os olhos por cima do ombro, sorriu, e decalcou. A porteira ao passar comentou o estado do tempo mas o bloco já estava no bolso.
A primeira hipótese foi o prisma. Ao entrar no escritório a luz matinal incidia deitada sobre o vidro espelhando um pequeno padrão colorido perto do canto do tecto. Foi ao sentar-se que reparou no efeito. Sempre gostara de cadeiras rotativas. Sentado, girou um pouco, para ambos os lados e olhou para cima. O estuque ornamentado recordou-lhe um botão de rosa cortado em três e posto a secar dentro de um livro pesado. Pensou nas suas flores secas de criança. Particularmente a que tinha esquecido a secar num dos poderosos volumes da enciclopédia ilustrada. Num dos cantos havia uma racha e só meia pinha resistia à gravidade. Quase atrás da porta, flutuava a iluminura. Ao inclinar a cabeça, as cores desciam de tom, ou desapareciam. Brincou com elas, dançando com o pescoço. Desceu a cabeça e ia estender o braço quando encontrou, olhando para o nariz o foco da projecção.
Eram quatro horas e dezasseis sorrisos quando abriu o bloco à namorada. O café do Antoine não era turco mas quase. O dono do café mandara pendurar no centro do salão uma ampla gravura moldada a cornucópias onde o que parecia ser um sick trajado a rigor, de olhos amendoados estendia ao céu com ambas as mãos um montinho de grãos. Anabelle, a principio concentrada em contar as notÃcias, desviou o canto do olho para o bloco, mas intrigada, levantou-se e foi apoiar-se nos ombros de Jean Luc, que corou ao sentir o peito, e a voz rouca dela na sua orelha:
- São desenhos?
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Quando se tem uma ideia, o normal é depois procurar saber se essa ideia já foi concretizada, então hoje quando acordei fui à página da Mozilla ver se alguém se tinha interessado pela ideia, e tinha dois comentários da mesma pessoa, o primeiro mostrando interesse pela ideia, o segundo fez-me suspeitar que poderia existir já uma implementação de algo semelhante. Intuitivamente, abri a página de extensões para o firefox e comecei a procurar na secção bookmarks. Saltou-me à vista um Ãcone com bolinhas e fluxos pertencente a uma extensão chamada Pearltrees. Eu uso o chrome, e não o firefox, de modo que não carreguei a extensão, mas abri a página e fiquei tipo parvo: era mesmo isto! Ali estava a minha ideia, concretizada!
Na minha óptica é perfeitamente natural que num dado momento várias pessoas sintam necessidades semelhantes e prefiro mil vezes ver uma ideia concretizada e poder utilizar essa ideia, do que sentir que apesar de ser boa nunca sairá do papel. I just have 2 things 2 Say: Awsome!
Experimentem por vocês mesmos criar Pearltrees.
No entanto, há algumas diferenças básicas entre a forma como eu vejo a minha ideia, e as funcionalidades que testei no Pearltrees. E ainda bem :)
O meu sistema foi pensado como um sistema de apoio à navegação, organizando dados especÃficos. Ou seja, o utilizador ia recolhendo dados para formar a árvore, ou seja, não era apenas bookmarking de páginas, mas essencialmente bookmarking de dados especÃficos, com referencia à s páginas.
Portanto falta ainda executar esta componente. Havia também a ideia de um botão de Play que permitisse rever o caminho feito para criar a arvore, isto é, os dados em highlight nas páginas.
Na minha optica o mais importante na criação destes mapas não são as páginas em sà mesmas, mas o que cada página pode conter de relevante para o conceito que eu quero explorar.
De qualquer forma, o Pearltrees é um sistema espetacular de bookmarking usando flash que efectivamente permite organizar mapas mentais da web, por isso aconselho toda a gente a experimentar! :-)
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Acabei de submeter uma idea no IdeaScale, da Mozilla Labs. A ideia é que a navegação se foque nas coisas que consideramos interessantes enquanto navegamos e vá criando um mapa visual do caminho utilizado para chegar a elas, ou dos vários caminhos convergentes e divergentes. Este mapa poderia depois ser salvo na cloud, e partilhado com o universo. Em suma teriamos uma navegação orientada à pesquisa ou ao conceito. De uma forma simples, passo a explicar:
- o utilizador vai a uma página
- o navegador regista a página no history
com isto é possÃvel fazer um mapa. Mas mais interessante:
eu estou numa pagina, selecciono um texto, clico num botão e crio automáticamente uma referencia para o texto (ou imagem) que fica num mapa de fluxo. Sigo um link (e isso aparece no mapa). Se seleciono uma coisa e clico no botão, ela fica no mapa como coisa em si (imagem, texto, som, etc) senão, ela fica no mapa como referencia a qualquer coisa que visitei. Posso visualizar o mapa sem ver partes que não me interessam, por exemplo sem ver as paginas onde não seleccionei nada, e posso partilhar este mapa na net com qualquer pessoa. O que referenciei no mapa foram dados em si e não URLs, embora os URL, fiquem guardados.
A ideia disto tudo é navegar com objectivo, e partilhar mapas de conhecimento com outras pessoas, e editar esses mapas apagando o que não interesssa deles, quando se constroi uma ideia. Seria uma espécie de mix entre o Semantik e o navegador. Permitiria esquecer os bookmarks e o history em favor de uma "marcação" mais visual em forma de mapa de fluxo.
Permitiria também, criar um replay a partir do history. Ou seja, eu tenho um mapa de pesquisa de um conceito ou ideia e posso envia-lo a alguém e dizer: carrega aà no play. A pessoa vê a sequencia de páginas onde eu estive, uma a uma, com os conceitos que meti no mapa (texto, imagem, video). Ou pode ver apenas o que eu selecionei e foi incluido no mapa. Ou ainda ver os conceitos destacados nas proprias páginas.
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(1 dentadinha | envolve-me sorrindo e embala-me levemente)
A incrÃvel simbiose dos pássaros e das árvores. As árvores estão vivas e são um tubo entre a terra e o ar, com raÃzes dos dois lados. Dum lado as folhas respiram o ar do outro lado não há folhas e respiram a terra. E os pássaros voam. Voam na liberdade infinita do ar nas suas curtas vidas aéreas enquanto as árvores absorvem a história lentamente sem nunca sair do sÃtio onde nasceram. A imensa sabedoria das árvores e a imensa liberdade dos pássaros em harmonia perfeita, em simbiose perfeita. Duas classes de seres vivos, duas escolhas, um só mundo.
E nós, pessoas, que sabemos nós do mundo e do que devÃamos ser nele? Com as nossas lições de Macro-economia e finanças e BÃblias sagradas? O que seriamos nós sem as nossas máquinas, sem os nossos calendários e relógios?
Que seriamos nós se pudéssemos ser?
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A Disney não se poupou na produção do novo tron :D
Até criou um site para a ENCOM :D :D :D
O site dá um cheirinho da história que aà vem.
Quando eu fui ver o Tron ao cinema, era um miudinho, e foi provavelmente o primeiro filme que vi em que o tema eram computadores. Ora isto foi mais ou menos em 1982, e o cartaz do filme era todo negro, com um helicóptero futurista. Não fazia a mÃnima ideia que ia ver um filme com computadores, e naquela altura muito pouca gente sabia o que era um. Por azar, o cartaz português não parece ter sobrevivido, porque não o encontro na net. Mas não é nenhum dos que aparece quando se pesquisa.
O que é impressionante no filme original, é a actualidade que ainda tem hoje. Não estou a falar dos efeitos especiais, mas da quantidade de referências a princÃpios básicos da informática e da cultura "hacker" que ainda são completamente válidos hoje. Uma das cenas mais engraçadas do filme é quando os programas encontram uma "pure source" e bebem dela.
O filme original, foi uma super-produção para a época, e está extremamente bem feito, tendo em conta que tem 28 anos. É anterior ao "Wargames" e ao "Electric Dreams", mais dois filmes imperdÃveis, embora com outra abordagem.
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