Assim, sim, consultar as pessoas. Tomara que muita gente fizesse isto.


… a engenharia financeira subjacente à construção de uma simples ponte, conseguiu explicar os mecanismos da dívida pública e da finança internacional mail’os mercados a um engenheiro diplomado?

Discussão gravíssima com Soares levou Sócrates a pedir ajuda externa

O antigo Presidente da República Mário Soares disse na noite de quinta-feira que José Sócrates acabou por ceder “à evidência†de ter de pedir ajuda externa, depois de com ele ter tido uma “gravíssima†discussão.

A ser isto verdade, ficaríamos perante algumas situações interessantes:

Uma discussão com Soares terá sido muito mais poderosa que todos os avisos e discursos de Cavaco Silva.
Sócrates terá governado (mal) até ao ponto a que Soares e os seus permitiram.
Os apoios presidenciais de Sócrates ganham uma esperada opacidade.

 

 

 

… sem quaisquer consequências práticas.

Cavaco diz que está em causa o “chamado Estado Social”

O Presidente, que falava na sessão de abertura da conferência “Nascer em Portugal”, apelou a que se privilegie a análise comparada e se consigam “identificar os exemplos de boas práticas nos domínios das politicas públicas”.

Cavaco Silva lembrou que o problema do declínio da fecundidade e da sustentabilidade demográfica, para que já tinha chamado a atenção na mensagem de Ano Novo de 2008, causa outros problemas: “A desertificação humana de vastas zonas do território, o declínio do nosso potencial produtivo, a continuidade do chamado Estado Social, a degradação do principio da solidariedade entre gerações, enfim o enfraquecimento dos laços fundamentais que conferem coesão à sociedade portuguesa”.

Cá é tudo normal e com jeitinho os culpados ainda são os que denunciam as situações porque fazem ataques ad hominem e outras latinidades.

… em que eu era ainda mais parvo do que sou.

Inscrevi-me num Colóquio Internacional a realizar em Lisboa para apresentar comunicação e participar numa mesa-redonda.

Eis quando me pedem para pagar 70 euros pela apresentação, enquanto muitos dos assistentes, que se limitam a estar sentados a ouvir pagarão menos de metade, desde que tenham as quotas em dia.

Mas isto é a brincar? Uma coisa que tem larguíssimas dezenas de conferencistas com comunicação a pagarem para apresentar o seu trabalho original?

Serei o único pelintra esquisito?

 

Penso eu de que… mas é verdade que não acredito no Além Celestial…

Passos Coelho quer preparar o país para o “dia seguinte”

O primeiro-ministro revelou que a agilização da mobilidade na Função Pública e novas regras para as nomeações nas empresas públicas são os próximos passos.

Professor vence estudante em batalha rap

Professor e poeta britânico Mark Grist aceitou o repto do canal de vídeo Dontflop.com para uma batalha de rap frente a Mancunian MC Blizzard, um rapper e estudante de 17 anos. O desafio era arriscado, mas o professor acabou por ensinar uma lição ao estudante. Vídeo tornou-se um sucesso na Internet.

Não pode ser algo na área da gastronomia e bloguices?

Pedida suspensão da imunidade do Presidente da Alemanha

A Procuradoria de Estado em Hanover requereu ao Parlamento Federal a suspensão da imunidade do Presidente por suspeita de peculato e corrupção.

A suspeita reporta-se à altura em que Christian Wulff foi ministro-presidente da Baixa Saxónia. Só a suspensão da imunidade, inédita na História da Alemanha federal, permitirá à procuradoria avançar com a investigação de diversas acusações que, há semanas, colocam o Presidente alemão na mira de críticos de todos os partidos.

Há uma sentença transitada em julgado que manda que Isaltino cumpra dois anos de prisão. O prazo de prescrição corre e a juíza não aceita os mandados. O procurador recorreu para a Relação.

Isaltino é “case study mundialâ€

Magistrado Luís Eloy faz duras críticas à juíza que não prende Isaltino.

Ou gosta que assim se pense.

[ http://www.youtube.com/embed/hQT7CNQsqjA?version=3

… até está na média certa (dados de 2009) e acima do de outros países como a Espanha (de quem se querem copiar alguns exemplos curriculares) e a Itália.

Está num estudo da OCDE e vem hoje no DN (sem link).

O que significa, pelo menos, duas coisas:

Que a conversa fiada sobre o desperdício no sector, repetida anos a fio para justificar cortes e mais cortes (excluem-se as negociatas com operadores tecnológicos e empreiteiros), é isso mesmo, conversa fiada.
Que a evolução de 2009 para cá, com cortes (em termos absolutos e relativos) brutais dificilmente será positiva, mas será certamente usado algum conveniente bode expiatório ou relvismo para o justificar.

Já hoje, era noite dentro de ontem. O Fafe e eu.

Chegámos à conclusão que andamos às avessas com as cores quase todas, do Verde Hirsuto Esquerdo ao Azul Beto Direito. Intercedi pelo Verde, até porque politicamente o não são e porque o momento de SCP poderia levar a confusões, mas ele foi inflexível e as cores todas estão out.

O mesmo para o mercado das flores e dos frutos.

E existirão sempre prémios de desempenho, sejam quais forem os resultados, reais ou contabilísticos.

(c) Francisco Goulão

[ http://www.youtube.com/embed/DEa711z6Hdw?version=3

Kid Creole and the Coconuts, Endicott

Arménio, Um Grego Nascido Turco.

Entretanto, Morais Sarmento fala na SICN sobre a necessidade de tirar o Estado não sei bem de onde, dizendo que não é das funções sociais, mas logo a seguir refere a Educação.

A sério, estou farto destes tipos todos, do Arménio ao Zorrinho, passando pelos Sarmentos, pelos Relvas, pelos Seguros, os Coelhos, os Louçãs, os Bernardinos, os Cavacos, os Catrogas, os Carrilhos, assim como todos os que vivem bem da opinião vendida nas televisões e jornais, em suma, todos aqueles que de uma ponta à outra, mesmo se com parcelas diversas, são os verdadeiros responsáveis pela choldra. Porque todos eles, do Arménio ao Zorrinho, passando por todos os outros, têm o futuro assegurado. Todos.

Nenhum deles está preocupado com o dia de amanhã, com o mês seguinte, com o ano que há-de vir. Todos terão, sempre poiso. Nenhum deles, repito, nenhum deles, partilha dos riscos que a maioria da população corre. Eles são os actores, nós somos os basbaques que assistem às performances e a quem resta, em nome da própria dignidade, fazer-lhes um manguito.

 

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